Pipoca de Pimenta | Diversão é entender o conteúdo!
Passageiros
Publicado por Danilo Calazans em 06.01.2017
Sinopse
A nave espacial Starship Avalon, em sua viagem de 120 anos para um distante planeta colônia conhecida como "Homestead II" e transportando 5259 pessoas, tem uma avaria em duas das suas câmaras do sono. Como resultado, dois pods de hibernação abrem prematuramente e as duas pessoas que despertaram está encalhado na nave espacial, fixa em 90 anos a partir de seu destino.
Ficha Técnica
  • Direção: Morten Tyldum
  • Roteiro: Jon Spaiths
  • Gênero: Ficção Científica, Romance, Suspense
  • Produção:
  • Elenco: Chris Pratt, Jennifer Lawrence, Michael Sheen
  • Nacionalidade: EUA
  • Ano de Produção: 2016
  • Data de Lançamento: 05/01/2017
  • Distribuição: SONY PICTURES
Classificação
  • Direção:
  • Roteiro:
  • Fotografia:
  • Trilha-Sonora:
  • Montagem:
  • Efeitos Especiais:
  • Maquiagem:
  • Figurino:
  • Efeitos Visuais:
  • Direção de Arte:
  • Elenco:
477814 ‘Cada momento conta’.
Os prós e contras de 'Passageiros' em 7 tópicos simples e objetivos.
RESUMO: No espaço, a nave Avalon está no seu longo caminho de 120 anos para chegar a um novo planeta colonizado, que irá abrigar mais de cinco mil pessoas que estão a bordo da nave em busca de um novo lugar para morar. Entretanto, um mau funcionamento na nave desperta dois passageiros muito antes do tempo, Jim (Chris Pratt) e Aurora (Jennifer Lawrence), com ainda 90 anos para chegarem ao seu destino. A direção é do norueguês Morten Tyldum, que despontou com o thriller ‘Headhunters’ na sua terra natal, mas talvez você o conheça pelo drama biográfico ‘O Jogo da Imitação’, pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Direção. Ele dirige o roteiro escrito por Jon Spaiths, experiente no gênero da ficção científica, como fez em ‘Prometheus’ e ‘Doutor Estranho’.
QUAIS TEMAS O FILME ABORDA? ‘Passageiros’ é um filme muito abrangente tanto em temas, quanto em gêneros também. Como os trailers já indicavam, a história é um misto de ficção científica com suspense. Mas, durante o filme há uma boa dose de romance com pitadas de humor, com alguns momentos de ação e ainda um complexo dilema que ao menos deveria trazer para o filme uma boa carga dramática. Infelizmente, contar com toda essa variedade acabou mais prejudicando do que agradando, como veremos mais a frente. Com relação aos temas, ‘Passageiros’ também é bastante eclético, levantando questões sobre culpa, decepção, solidão, amor e perdão, por exemplo. Há também a questão de aproveitar a vida, pois nunca se sabe o que o amanhã nos reserva – há um diálogo interessante entre Chris Pratt e Michael Sheen onde o protagonista diz que ‘o universo é perverso, você tem a possibilidade de mudar de planeta, mas pode morrer no caminho’. Essa contradição da frase ajuda a reforçar o tom ‘agridoce’ da história, onde um sonho pode se tornar um pesadelo em questão de minutos. Uma curiosidade, ‘Aurora’ – que é o nome da personagem de Jennifer Lawrence – é também o nome de um livro de um dos escritores contemporâneos de ficção científica mais respeitados nos EUA atualmente, Kim Stanley Robinson, que também conta a história de uma viagem interestelar que deu errado.
ROTEIRO: O roteiro do filme esteve presente na famosa ‘blacklist’ em 2007, ou seja, aquela lista onde são destacados os roteiros mais promissores que não conseguiram ser produzidos. Porém, citando a famosa frase ‘treino é treino, jogo é jogo’, um roteiro pode parecer incrível no papel, mas dependendo de todas as variáveis da produção e direção, o resultado final pode ser completamente diferente. E infelizmente é o acontece com o filme. Como mencionei anteriormente, ao tentar abordar tantos temas e passando por tantos gêneros diferentes, o filme foi perdendo sua identidade aos poucos, abandonando a boa atmosfera de mistério que preenche o primeiro ato para se tornar cada vez mais repetitivo e previsível do meio para o final. Mesmo que não aconteça muita coisa no início, o carisma de Chris Pratt funciona em momentos bastante divertidos explorando a nave (como por exemplo, mesmo no futuro as máquinas continuam burocratizando a vida das pessoas).
Jennifer e Chris: infelizmente, o filme abandona o tom sci-fi para focar em um romance pouco interessante entre os dois Jennifer e Chris: infelizmente, o filme abandona o tom sci-fi para focar em um romance pouco interessante entre os dois
PERDENDO O FIO DA MEADA: ‘Passageiros’ é um filme bastante intimista por se passar em um lugar isolado e ter basicamente apenas três personagens que interagem entre si durante todo o filme. Quando bem dirigida, uma história assim consegue manter o interesse do espectador se houver um mistério ou enigma que mantenha a atenção do público até o final, como fazem os filmes ‘Lunar’ e ‘Locke’, por exemplo. Entretanto, na minha opinião, ‘Passageiros’ se perde por alguns erros cruciais cometidos. O primeiro é que o mistério que sustenta todo o conflito entre os dois protagonistas não é revelado no clímax final do filme, e sim no meio da história. Como é um momento de carga dramática muito elevada e ocorre muito cedo, dali para a frente é só ladeira abaixo em termos de tensão e o terceiro ato vira uma correria previsível como já vista na maioria dos filmes genéricos de ação. O segundo ponto foi a má escalação de Chris Pratt. O ator é ótimo na sua zona de conforto, com seu bom humor galanteador característico, mas nas cenas mais intensas, quando o filme precisa de uma investida mais dramática, Chris não corresponde. E esse problema fica ainda mais evidente em comparação com a entrega emocional de Jennifer Lawrence, absolutamente em níveis completamente diferentes. E por fim, diálogos ruins e repetitivos (em uma cena Chris pega um barbeador em frente ao espelho e solta a incrível frase ‘eu vou fazer a minha barba’), além de um final mal construído e previsível.
A nave de 'Passageiros': o conceito visual é o ponto alto do filme A nave de 'Passageiros': o conceito visual é o ponto alto do filme
CONTROVÉRSIA E ATRIBUTOS TÉCNICOS: Em meio as questões que o filme levanta, está um assunto bastante delicado (que só poderia ser aprofundado por mim em uma análise com spoilers), que é relativamente bem construído, mas ao longo da trama tem seu desenvolvimento abandonado para dar lugar a uma história de amor. Se você estivesse em uma ilha deserta e pudesse levar alguém, levaria? É de se pensar... Provavelmente vai gerar certa polêmica e dividir as pessoas. Mas, talvez o grande elogio do filme seja o incrível conceito visual da obra. A direção de arte buscou construir o máximo possível de efeitos práticos que ao mesmo tempo em que mantém uma estética bonita e futurista, trazem uma sensação de ‘realidade’, algo que apenas um efeito visual talvez não tivesse o mesmo resultado. Outros elogios vão para os conceitos tecnológicos utilizados, excelentes efeitos 3D (coisa rara) e a trilha misteriosa do genial Thomas Newman funciona em boa parte das cenas. Ah, e a fotografia de Rodrigo Prieto (possível candidato ao Oscar por ‘Silence’ este ano) também consegue captar imagens belíssimas através de suas lentes (a cena do passeio no espaço é muito bem filmada, por exemplo).
Sem dúvidas a cena da piscina é um dos momentos mais tensos do filme, exatamente o que queremos em um filme do gênero Sem dúvidas a cena da piscina é um dos momentos mais tensos do filme, exatamente o que queremos em um filme do gênero
DESPERDÍCIO DE UM BOM POTENCIAL: Apesar de conceitos visuais realmente bem feitos e interessantes, é uma pena que a jornada de ‘Passageiros’ nunca decola. A dificuldade de Chris Pratt em expressar remorso, dilema, o abandono do mistério sci-fi para priorizar um romance clichê (que até repete frases de ‘Titanic’, como ‘essa nave é impossível de dar defeito’ ou ‘você morre, eu morro’), o surgimento absurdo de um personagem simplesmente para explicar certas situações e em seguida ser descartado de forma ridícula e as refilmagens que foram feitas segundo a imprensa para ‘consertar’ certos elementos da história que não estavam funcionando, certamente foram fatores determinantes para o desperdício do bom potencial que a história tinha. E pensar que Keanu Reeves recusou o papel principal para o filme...
CONCLUSÃO: Grande parte da responsabilidade de ‘Passageiros’ não funcionar é a fraca direção de Morten Tyldum. Há um desperdício da sensação de isolamento que poderia ser melhor explorado, há cenas onde o filme poderia ser sexy, mas os momentos de paixão são abruptamente cortados impedindo a relação dos protagonistas de ficar mais plausível, etc. A montagem também não ajuda, pois como a grande revelação do filme ocorre muito cedo, do meio para o final a história começa a ficar previsível e maçante. Fãs da dupla principal e que não se importam com um romance blasé, podem não se incomodar e se envolver melhor com a história, mas para os espectadores mais exigentes, apenas o visual não é suficiente para encobrir uma história confusa e cheia de furos.
E você, já assistiu ou está ansioso para ver? Concorda ou discorda da análise? Deixe seu comentário ou crítica (educadamente) e até a próxima!
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Pimenta FinalPimenta Biquinho
A chamada Pimenta Biquinho é geralmente apreciada como tira-gosto, seu pequeno tamanho a torna ideal para que seja consumida por inteira como aperitivo. Ela representa os filmes popularmente chamados de ‘água com açúcar’, que não são filmes ruins, mas que são apenas para entretenimento, ou seja, não possuem nada de muito especial para serem considerados filmes marcantes.
Sinopse
A nave espacial Starship Avalon, em sua viagem de 120 anos para um distante planeta colônia conhecida como "Homestead II" e transportando 5259 pessoas, tem uma avaria em duas das suas câmaras do sono. Como resultado, dois pods de hibernação abrem prematuramente e as duas pessoas que despertaram está encalhado na nave espacial, fixa em 90 anos a partir de seu destino.
Ficha Técnica
  • Direção: Morten Tyldum
  • Roteiro: Jon Spaiths
  • Gênero: Ficção Científica, Romance, Suspense
  • Produção:
  • Elenco: Chris Pratt, Jennifer Lawrence, Michael Sheen
  • Nacionalidade: EUA
  • Ano de Produção: 2016
  • Data de Lançamento: 05/01/2017
  • Distribuição: SONY PICTURES
Classificação
  • Direção:
  • Roteiro:
  • Fotografia:
  • Trilha-Sonora:
  • Montagem:
  • Efeitos Especiais:
  • Maquiagem:
  • Figurino:
  • Efeitos Visuais:
  • Direção de Arte:
  • Elenco:
477814 ‘Cada momento conta’.
Os prós e contras de 'Passageiros' em 7 tópicos simples e objetivos.
RESUMO: No espaço, a nave Avalon está no seu longo caminho de 120 anos para chegar a um novo planeta colonizado, que irá abrigar mais de cinco mil pessoas que estão a bordo da nave em busca de um novo lugar para morar. Entretanto, um mau funcionamento na nave desperta dois passageiros muito antes do tempo, Jim (Chris Pratt) e Aurora (Jennifer Lawrence), com ainda 90 anos para chegarem ao seu destino. A direção é do norueguês Morten Tyldum, que despontou com o thriller ‘Headhunters’ na sua terra natal, mas talvez você o conheça pelo drama biográfico ‘O Jogo da Imitação’, pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Direção. Ele dirige o roteiro escrito por Jon Spaiths, experiente no gênero da ficção científica, como fez em ‘Prometheus’ e ‘Doutor Estranho’.
QUAIS TEMAS O FILME ABORDA? ‘Passageiros’ é um filme muito abrangente tanto em temas, quanto em gêneros também. Como os trailers já indicavam, a história é um misto de ficção científica com suspense. Mas, durante o filme há uma boa dose de romance com pitadas de humor, com alguns momentos de ação e ainda um complexo dilema que ao menos deveria trazer para o filme uma boa carga dramática. Infelizmente, contar com toda essa variedade acabou mais prejudicando do que agradando, como veremos mais a frente. Com relação aos temas, ‘Passageiros’ também é bastante eclético, levantando questões sobre culpa, decepção, solidão, amor e perdão, por exemplo. Há também a questão de aproveitar a vida, pois nunca se sabe o que o amanhã nos reserva – há um diálogo interessante entre Chris Pratt e Michael Sheen onde o protagonista diz que ‘o universo é perverso, você tem a possibilidade de mudar de planeta, mas pode morrer no caminho’. Essa contradição da frase ajuda a reforçar o tom ‘agridoce’ da história, onde um sonho pode se tornar um pesadelo em questão de minutos. Uma curiosidade, ‘Aurora’ – que é o nome da personagem de Jennifer Lawrence – é também o nome de um livro de um dos escritores contemporâneos de ficção científica mais respeitados nos EUA atualmente, Kim Stanley Robinson, que também conta a história de uma viagem interestelar que deu errado.
ROTEIRO: O roteiro do filme esteve presente na famosa ‘blacklist’ em 2007, ou seja, aquela lista onde são destacados os roteiros mais promissores que não conseguiram ser produzidos. Porém, citando a famosa frase ‘treino é treino, jogo é jogo’, um roteiro pode parecer incrível no papel, mas dependendo de todas as variáveis da produção e direção, o resultado final pode ser completamente diferente. E infelizmente é o acontece com o filme. Como mencionei anteriormente, ao tentar abordar tantos temas e passando por tantos gêneros diferentes, o filme foi perdendo sua identidade aos poucos, abandonando a boa atmosfera de mistério que preenche o primeiro ato para se tornar cada vez mais repetitivo e previsível do meio para o final. Mesmo que não aconteça muita coisa no início, o carisma de Chris Pratt funciona em momentos bastante divertidos explorando a nave (como por exemplo, mesmo no futuro as máquinas continuam burocratizando a vida das pessoas).
Jennifer e Chris: infelizmente, o filme abandona o tom sci-fi para focar em um romance pouco interessante entre os dois Jennifer e Chris: infelizmente, o filme abandona o tom sci-fi para focar em um romance pouco interessante entre os dois
PERDENDO O FIO DA MEADA: ‘Passageiros’ é um filme bastante intimista por se passar em um lugar isolado e ter basicamente apenas três personagens que interagem entre si durante todo o filme. Quando bem dirigida, uma história assim consegue manter o interesse do espectador se houver um mistério ou enigma que mantenha a atenção do público até o final, como fazem os filmes ‘Lunar’ e ‘Locke’, por exemplo. Entretanto, na minha opinião, ‘Passageiros’ se perde por alguns erros cruciais cometidos. O primeiro é que o mistério que sustenta todo o conflito entre os dois protagonistas não é revelado no clímax final do filme, e sim no meio da história. Como é um momento de carga dramática muito elevada e ocorre muito cedo, dali para a frente é só ladeira abaixo em termos de tensão e o terceiro ato vira uma correria previsível como já vista na maioria dos filmes genéricos de ação. O segundo ponto foi a má escalação de Chris Pratt. O ator é ótimo na sua zona de conforto, com seu bom humor galanteador característico, mas nas cenas mais intensas, quando o filme precisa de uma investida mais dramática, Chris não corresponde. E esse problema fica ainda mais evidente em comparação com a entrega emocional de Jennifer Lawrence, absolutamente em níveis completamente diferentes. E por fim, diálogos ruins e repetitivos (em uma cena Chris pega um barbeador em frente ao espelho e solta a incrível frase ‘eu vou fazer a minha barba’), além de um final mal construído e previsível.
A nave de 'Passageiros': o conceito visual é o ponto alto do filme A nave de 'Passageiros': o conceito visual é o ponto alto do filme
CONTROVÉRSIA E ATRIBUTOS TÉCNICOS: Em meio as questões que o filme levanta, está um assunto bastante delicado (que só poderia ser aprofundado por mim em uma análise com spoilers), que é relativamente bem construído, mas ao longo da trama tem seu desenvolvimento abandonado para dar lugar a uma história de amor. Se você estivesse em uma ilha deserta e pudesse levar alguém, levaria? É de se pensar... Provavelmente vai gerar certa polêmica e dividir as pessoas. Mas, talvez o grande elogio do filme seja o incrível conceito visual da obra. A direção de arte buscou construir o máximo possível de efeitos práticos que ao mesmo tempo em que mantém uma estética bonita e futurista, trazem uma sensação de ‘realidade’, algo que apenas um efeito visual talvez não tivesse o mesmo resultado. Outros elogios vão para os conceitos tecnológicos utilizados, excelentes efeitos 3D (coisa rara) e a trilha misteriosa do genial Thomas Newman funciona em boa parte das cenas. Ah, e a fotografia de Rodrigo Prieto (possível candidato ao Oscar por ‘Silence’ este ano) também consegue captar imagens belíssimas através de suas lentes (a cena do passeio no espaço é muito bem filmada, por exemplo).
Sem dúvidas a cena da piscina é um dos momentos mais tensos do filme, exatamente o que queremos em um filme do gênero Sem dúvidas a cena da piscina é um dos momentos mais tensos do filme, exatamente o que queremos em um filme do gênero
DESPERDÍCIO DE UM BOM POTENCIAL: Apesar de conceitos visuais realmente bem feitos e interessantes, é uma pena que a jornada de ‘Passageiros’ nunca decola. A dificuldade de Chris Pratt em expressar remorso, dilema, o abandono do mistério sci-fi para priorizar um romance clichê (que até repete frases de ‘Titanic’, como ‘essa nave é impossível de dar defeito’ ou ‘você morre, eu morro’), o surgimento absurdo de um personagem simplesmente para explicar certas situações e em seguida ser descartado de forma ridícula e as refilmagens que foram feitas segundo a imprensa para ‘consertar’ certos elementos da história que não estavam funcionando, certamente foram fatores determinantes para o desperdício do bom potencial que a história tinha. E pensar que Keanu Reeves recusou o papel principal para o filme...
CONCLUSÃO: Grande parte da responsabilidade de ‘Passageiros’ não funcionar é a fraca direção de Morten Tyldum. Há um desperdício da sensação de isolamento que poderia ser melhor explorado, há cenas onde o filme poderia ser sexy, mas os momentos de paixão são abruptamente cortados impedindo a relação dos protagonistas de ficar mais plausível, etc. A montagem também não ajuda, pois como a grande revelação do filme ocorre muito cedo, do meio para o final a história começa a ficar previsível e maçante. Fãs da dupla principal e que não se importam com um romance blasé, podem não se incomodar e se envolver melhor com a história, mas para os espectadores mais exigentes, apenas o visual não é suficiente para encobrir uma história confusa e cheia de furos.
E você, já assistiu ou está ansioso para ver? Concorda ou discorda da análise? Deixe seu comentário ou crítica (educadamente) e até a próxima!